quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O CENTENÁRIO TAMBÉM É RUBRO-NEGRO

Mais uma virada. O xavante saiu atrás mais uma vez, mas de novo mostrou força e reverteu o placar negativo e venceu a segunda na série C, 2x1 pra cima do Toledo.
Cumprindo punição pela perda de mando de campo, o Brasil foi a Caxias enfrentar o Toledo no centenário, jogando como mandante, e apoiado por cerca de 200 torcedores.
O primeiro tempo ruim, sonolento o Brasil muito distante na marcação e deixando isolada a dupla de ataque Sharlei e Milar. Em um erro individual, de Marcelo Moscatelli que estava na área de defesa, e deu de graça a bola no pé do atacante adversário, o Toledo fez 1x0. Em um lance muito duvidoso os paranaenses reclamam pênalti do goleiro Flavio não marcado pela arbitragem carioca.
No segundo tempo, com as modificações do técnico Itamar Schulle, Diego Bottin e Luciano Valente no lugar de Daniel Marques e Milar, o Brasil foi ofensivo, partiu para cima do adversário e criou muitas oportunidades. Em dois lances muito parecidos, aproveitando o rebote da defesa, Diego Bottin e Cleber, deram a vitória ao xavante.
O Brasil tem sido um time de dois tempos distintos, mas Itamar Schulle tem acertando nas modificações, foi assim contra o Caxias, com as entradas de Sharlei e Emanuel, que melhoraram a produção ofensiva do Brasil naquela partida. Contra o Toledo foi o mesmo, Diego teve grande atuação, marcando o gol e participando do segundo, Luciano Valente também foi bem. No entanto Itamar não tem conseguido repetir a equipe nos últimos jogos, mas o grupo tem dado a resposta, para o jogo contra o Toledo no Paraná, Adans volta, mas Daniel Marques, e Cleber, baixa considerável pela qualidade e experiência, não jogam, Regis com o tornozelo inchado é dúvida. A “espinha dorsal” do time tem se mantido, por isso a inconstância dentro dos 90 minutos preocupa. O desgaste das longas viagens também é um fator a se levar em consideração, embora todas as equipes tenham este problema.
MILAR
O uruguaio me “queimou a língua”, foi muito mal contra os paranaenses, sentiu talvez o desgaste do jogo frente ao Caxias. Sem força, e com pouca inspiração, Milar se movimentou, tentou, mas em nenhum momento levou perigo a defesa do Toledo. Mesmo assim é jogador decisivo e sempre que possível tem que estar em campo.
*** Bola Cheia

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